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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Resenha: Cidade dos ossos

sinopse:
Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.



Mais uma vez tive que me render a uma trilogia.... Cidade dos ossos é simplesmente incrivel. Estou louca para ler a continuação. Cassandra Clare é simplemente incrivel. A historia me prendeu do inicio ao fim, é uma historia agil e muito bem ambientado. Fiquei apaixonada por Jace, o mocinho da historia.
É impressionante como o livro surpreende do inicio ao fim, voce le pensando em algo e quando aquela cena termina de se desenvolver voce ve que nao era nada daquilo que voce estava imaginando. Adorei o comentario da autora Stephenie Meyer na capa do livro: "queridos Edward e Jacob, adoro voces dois, mas vou passar o fim de semana com Jace" achei muito legal o comentario. O livro ja começa a chamar atenção pela capa, que é lindissima. O que tambem gostei muito no livro, é que a historia tem um desfecho, um fim. o proximo livro será continuação mas Cidade dos ossos nao deixou o fim em suspenso.
recomendo o livro e ja estou ansiosa pela continuação da historia de Clary e Jace.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Resenha Carrie, a estranha

de Stephen King

caraca!!! o livro me deixou vidrada. Li num tempo record. Uma leitura realmente eletrizante, agora que li o livro gostaria de ver o filme. Esse livro foi o primeiro do autor, escrito em 1974, mas o livro perece muito atual nesses tempos em que o bulling é o assunto nas escolas. O que Carrie mais sofreu foi bulling.
O livro usa documentos ficticios, como se tivesse sido tirados realmente de algum lugar, notícias e transcritos, apenas para deixar mais real a história de Carietta "Carrie" White, uma garota adolescente de Chamberlain.
A mãe de Carrie, Margaret, uma cristã fanatica, com uma religião propria, tem uma vingativa e estranha personalidade, e, no passar dos anos, educou a jovem Carrie com uma varinha de aço e fazendo ameaças de condenação. quando Carrie fazia algo que a dsagradava, a menina era trancada numa especie de armário e de la so era retirada quando a mãe achava que ela já estava livre e arrependida do pecado cometido.
Carrie não vai muito bem na sua escola,  por ter se fechado em seu próprio mundo, em consequência das zombarias por parte de seus malvados colegas. No começo do livro, ela tem seu primeiro momento enquanto toma banho após uma aula. Carrie não sabe o que é menstruação, pois sua mãe nunca falou com ela a respeito disso, e ela se torna uma excluída por todas as partes da escola. Acho essa uma das cenas mais fortes de bulling, fiquei meio horrorizada com a cena.
Essas coisas, de fato, nunca ocorreram com as colegas de classe de Carrie, e isso, obviamente, torna-se uma oportunidade para mais gozação. Lideradas por Chris Hargensen, uma garota rica e mimada, que tem um registro por gozar dos tímidos, eles atiram tampões e várias outras coisas nela. Quando a professora de ginástica, a senhorita Desjardin, chega à cena, ela primeiro repreende Carrie por sua estupidez, mas fica horrorizada quando percebe que Carrie não faz a mínima idéia do que houve com ela (menstruação). Ela ajuda Carrie a se limpar e depois explica tudo a ela. Carrie é liberada da escola pela diretora e então levada para casa, para que sua mãe fanática tome conta dela. Porém, sua mãe não mostra simpatia pelo primeiro encontro de Carrie com uma "mulher maldição", devido à sua crença religiosa. A mãe acha que menstruação é uma maldição do diabo, diz que junto com o sangue, vem os homens e toda a ira de Deus.
Carrie, então, descobre que tem poder de telecinese. Ela possui esse dom desde quando nasceu.
 Ela descobre também que ela é um tanto telepática, pelo menos o suficiente para perceber o que as pessoas pensam sobre ela. Nesse instante, ela descobre que a professora de ginástica mistura sentimentos de simpatia e repugnância sobre ela.
Por outro lado, Sue Snell, outra popular garota que, antes, também caçoou de Carrie, começa a sentir arrependimento por ter participado nas gozações de Carrie. Com a festa rapidamente chegando, Sue convence o seu namorado, Tommy Ross, um dos mais atraentes e populares garotos na escola, a chamar Carrie para a festa (Sue suspeita estar grávida de Tommy). Carrie é suspeita, mas aceita, e faz a sua própria roupa, um vestido vermelho de veludo. A mãe de Carrie ao ver a sua filha fazendo algo tão "carnal", no que se trata em uma festa de escola, revela bastante coisa sobre o seu passado enquanto explica o porquê. Ela acredita que o sexo, de certa forma, seja algo pecaminoso, mesmo depois do casamento. Ela também fica sabendo dos poderes telecinéticos de Carrie, o que considera uma forma de bruxaria, parece que isso aparece em cada terceira geração de sua família. Carrie, por outro lado, está cansada de ouvir que tudo é um pecado. Ela quer ter uma vida normal e enxerga a festa na escola como um começo.
Mas nada sai como o planejado, para saber o que acontece no baile que desencadeia uma destruição em massa, so mesmo lendo o livro.
super recomendo.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Resenha: O clube do filme

Falando diretamente sem enrolação:
O livro é relativamente bom, digo relativamente por que algumas vezes se torna um pouco enfadonho por conter descrições demais sobre os filmes, atores e diretores, roteiristas e afins. O que mais gostei no livro foi a trama entre pai e filho, a relação entre os dois. O livro é uma biografia de David Gilmour. Jesse, um adolescente de 15 anos está completamente perdido na escola, sem vontade alguma de estudar; David está desempregado e com tempo de sobra, entao ele resolve dar um pouco de ensinamento ao filho atraves de filmes. O menino poderia sair da escola e ficar em casa sem trabalhar nem estudar nem pagar aluguel desde que topasse assistir no minimo 3 filmes por semana com todos os filmes sendo escolhidos pelo pai. Assim se inicia o clube do filme. Semana após semana pai e filho viam e discutiam tudo sobre cinema, o pai sempre falava bastante antes do filme iniciar e após o termino do filme procurava passar algum tipo de ensinamento para o menino. O bacana mesmo é ver a relação de respeito, amor e amizade que existia entre os dois e que só aumentou depois que começaram a passar mais tempo juntos. Paralelo as sessões de filmes o livro conta as dificeis relações amorosas de Jesse, mostra o amadurecimento dele, o primeiro emprego e depois a vontade de voltar a estudar. Nao achei dos melhores livros que já li, mas tambem não foi dos piores. Recomendo para quem gosta de leituras leves, sem muito drama ou ação.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Resenha O azarão de Paulo Pinho


O azarão Paulo Pinho


Adiquiri esse livro numa dessas feiras que vendem 3 livros por R$ 5,00 reais. Nessas feiras tem muitos livros velhos mas tambem tem muitos livros novos e interessantes se você tiver paciência de procurar, o que sempre é meu caso. Esse livro tem uma capa feia e pouco sugestiva, foi o titulo que me chamou atenção O azarão- folhetim erótico li a contra-capa e resolvi colocar esse livro na minha cesta de compra. Como era fininho resolvi ler logo e o fiz em menos de uma hora, o livro é tão legal que quando começamos a ler, temos logo que terminar. A história é engraçada demais, ri o livro todo e me impressionei com o azar no nosso personagem titulo do livro George Mohamed Lester de Cortez, olha o nome da figura, cada nome dele tem um significado. O cara teve azar desde a hora do nascimento ate na hora de sua morte. Quando nasceu um dos instrumentos da cirurgia caiu no pé do enfermeiro, senda a primeira palavra que ele ouviu no momento de seu nascimento um grande xingamento, no dia de seu batismo o padre foi atropelado e quebrou as duas pernas, o segundo padre que celebrou o batismo jogou água benta na boca dele e ele quase morreu engasgado, no primeiro emprego só fez besteiras engraçadissimas, sua primeira namorada o traia com todo o batalhão do corpo de bombeiros e se fingia de pura para ele, cada fase da vida de George é marcada por um fato de azar, ate quando ele fez uma macumba para se livrar do azar, deu errado e ele passou dez dias internado e ainda perdeu três dentes.
Recomendo a leitura desse livro, é uma leitura rápida e leve.
Um bom livro

sábado, 9 de abril de 2011

Resenha A queda para o alto de Herzer

A queda para o alto de Herzer 

Li esse livro duas vezes e lerei uma terceira vez daqui há um tempo. Sou apaixonada pela historia e pela forma como é contada a vida de Sandra Mara Herzer  ou de
Anderson Herzer como ela passou a se alto denominar depois de assumir uma identidade masculina.
Sandra ou Anderson encontrou na morte os fins de seus dramas . Ainda muito pequena sofreu as conseqüência dolorosas, decepções com entes querido e mas tratos. Seu pai foi assassinado quando ela tinha três anos, sua mão morreu quando Sandra ainda não completara oito anos. Foi adotada por seus tios, mas sempre incompreendida, desenvolveu grande sensibilidade também rebeldia. Internada na FEBÉM, neste "mundo diferente, e severo, morto, desumano, injusto" - Como diz o livro - conhecendo mais um lado cruel da vida. A autobiografia contada totalmente com o coração, você sente a dor sofrida pela autora. Ela sofreu muito com o preconceito ao assumir sua homossexualidade e não agüentou esperar o lançamento desse livro. O livro foi lançado de 1982.

"Esta noite foi a noite em que virei astro/ A multidão estava lá, atenta como eu queria/ Suspirei eterna e vitoriosamente/ Pois ali nascia o personagem/ E eu, ator do mundo, como minha solidão.../ Morria!".

É um livro muito emocionante, um relato real de uma jovem que sofreu todo tipo de injustiça...
Tenho o maior orgulho por ter esse livro na minha estante.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Resenha Trilogia da fraternidade - Laços de fogo

Bom, como já tenho falado, não gosto muito de livros com continuação, em série ou trilogias, mas esse me chamou atenção pelo título e logo depois pela historia. que bom que resolvi vencer meu "pre-conceito" e comprei o primeiro livro da trilogia de Nora Roberts.
O livro é bem interessante, principalmente pela torrida historia de amor entre Maggie, uma jovem camponesa, porém uma artista talentosa, e Rogan homem rico dono de uma das maiores galerias de arte de Dublin.
A historia é muito bem ambientada na Irlanda, contada de forma simples, do jeito que eu gosto, os sentimentos dos personagens são bem claros e precisos.
Agora que li ou primeiro fiquei querendo ler logo os outros dois: Laços de pecado e Laços de gelo.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Resenha O pacto de infidelidade

Resenha O Pacto de infidelidade
Carrie Karasyoo

Sempre a primeira coisa que me chama atenção nos livros que leio são as capas, nesse livro o titulo me chamou atenção primeiro e entao depois fui prestar mais atenção à capa.
Recebi esse livro de um site especializado em trocas. Demorei um pouco para começar a ler já que estava lendo outros, mas quando iniciei a leitura de O pacto de infidelidade, li a metade do livro em um dia.  
4 amigas, o que elas tem em comum? São infelizes em seus casamentos, já passaram dos 30 anos de idade, não se sentem mais desejadas e não tem uma vida sexual regular com seus maridos.
Victoria, a mais ousada das 4, propõem que elas traiam seus maridos, ou na linguagem dela, tenham um caso. As 4 amigas tem um ano para viver quantos casos puderem sem se apaixonar por ninguém. Elas combinam isso num restaurante, acham que tudo será feito de modo secreto, todos os detalhes ficará entre elas. Isso era o que elas pensavam, mas como sempre tem alguém que ouve... o segredo delas foi descoberto, alguém ouviu o pacto das quatro. O colunista de jornal, considerado o mais fofoqueiro de toda cidade, é logo a pessoa que ouve. O que parecia perfeito não sai como o planejado, os conflitos começam a aparecer quando elas começam a ser  chantageadas.
Victoria, Helen, Eliza e Leelee estão bem enrascadas...
O livro é bom, a historia envolvente, escrita de forma simples, clara e objetiva.
Recomendo.

Orelha do livro

“Victoria, Helen, Eliza e Leelee são ricas, casadas, mãe de filhos adoráveis e têm uma vida...ok. Apenas ok. Não são infelizes, mas nenhuma delas poderia se considerar realizada. Na maior parte das vezes, é bom ter um marido, mas seria ótimo ter carta branca para se envolver com outras pessoas.
Uma sente falta da caça- de dar em cima de um cara e conquista-lo. Outra quer apenas que os homens voltem a olha-la com desejo, e não como uma mãe sempre estressada...
Em um jantar com muito vinho, a conversa evolui para um desabafo coletivo e as quatro amigas decidem fazer um pacto. Um pacto de infidelidade. Todas teriam casos durante um ano e so poderiam contar suas historias umas as outras. E assim elas começam a trilhar caminhos que as levam a todo tipo de aventuras e amores ilícitos.
Mas raramente as coisas são tão simples como o planejado. À medida que o tempo passa, a excitação dos encontros é prejudicada por uma série de conflitos. As mulheres terão que lhe dar não so com seus dilemas como também com as chantagens de um colunista de jornal que descobre o segredo delas e ameaça contar para toda cidade.”

quinta-feira, 17 de março de 2011

Resenha O mendigo

como eu tinha prometido para vocês: Resenha O MENDIGO de Edson  Santos

Como falei no post sobre capas, não tem como negar que elas sejam a apresentação do livro, mesmo que depois nos enganemos, o que chama atenção em primeiro lugar é a capa. E foi assim com esse livro. O vi no skoob e logo me chamou atenção e fui ler um pouco mais sobre o livro e me interessei pela historia.
De forma muito simples, sem meias palavras o autor fala sobre amizade, ganância, preconceito entre outros temas.
A historia gira em torno de alguns adolescentes de uma vila de classe média e Hebert um morador de rua, porem um homem muito sábio.
Os primeiros capítulos é mais para nos apresentar os personagens, mas já me prendeu desde a primeira página por que o enredo se desenvolve de forma rápida, sem enrolação.
Mostra como ser solidário faz bem tanto para quem recebe quanto para quem dá. O que gostei muito no livro, é tem varios ensinamentos ao longo da historia, e essas frases que me fizeram refletir vieram do personagem titulo do livro, o mendigo. Conhecendo e conversando com Hebert, o mendigo, os jovens se espantam com tamanha sabedoria e conhecimento, visão de solidariedade e companherismo. Esses são os temas principais dessa historia fantástica que me fez refletir muito. Livro incrivelmente emocionante.
Super recomendo

Separei algumas que mais gostei:
“Nunca se preocupe com a quantidade, quando a ação for generosa. Tenha sempre em mente que a vontade de ajudar é louvável, mas é a ajuda em si que verdadeiramente importa.”

“Não se jorra veneno de coração que pulsa o amor.”

“Quando dividimos as alegrias, multiplicamos as possibilidades de sermos felizes, mas quando agimos de maneira egoísta só aumentamos o nosso problema”.

“Eu tenho sempre que saber o meu valor, mas nunca acreditar que sou o único a ter valor.”

sexta-feira, 11 de março de 2011

resenha Embriagada

de Koren Zailckas

Uma leitura espetacular
O livro Embriagada- a historia de uma adolescente entregue ao alcool me chamou atenção pelo titulo primeiro e depois fui reparar na capa e por ultimo ler a sinopse.
É impressionante a narração da autora que conta a própria historia, começou a beber aos 14 anos e so aos 23 anos conseguiu parar. O livro já me prendeu desde o primeiro capitulo, consegui visualisar cada cena q foi narrado. A autora consegue passar emoção nas palavras. Mesmo passando por varias situações por causa da bebida, Koren diz que não é alcoólatra, ela diz que é apenas uma jovem que abusou da bebida com o único intuito de se embebedar para esquecer sua melancolia.
Nos primeiros capítulos koren trás uma estatística que mostra que nos EUA as meninas estão começando a se entregar  bebida tão cedo quanto os rapazes, não há mais a diferença de sexo e que a maioria dessas meninas bebem simplesmente pelo prazer de se embriagar.

“agora, ate mesmo quando grito, sinto como se não tivesse usando toda potencia da minha voz”

Koren não é capaz e se lembrar do primeiro beijo ou da primeira transa, mas consegue se lembrar com riqueza de detalhes como foi seu primeiro gole, lembra-se de cada sentimento que aquela garrafa lhe despertou.
A relação ruim que ela tinha com a mãe faz piorar ainda mais seus sentimentos, o que a impulsiona  beber mais ainda.
O livro é excelente, tem uma linguagem de fácil compreensão, é um livro envolvente e com uma historia muito atual. Koren conta tudo muito detalhadamente mas não de forma enfadonha, então a medida que vamos conhecendo a personagem principal, mais ainda queremos saber. Recomendo, principalmente aos jovens. Senti uma certa diferença quanto a cultura nos EUA referente a bebidas e o modo como os pais lidam com isso, achei um pouco diferente da forma como é tratado esse assunto aqui no Brasil, mesmo com certas diferenças referentes a cultura de cada país, o livro se encaixa muito bem na nossa realidade. Pena que Koren demora um bocado de anos até resolver parar de beber, precisa chegar ao fim do poço para acordar para a vida.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Livro A vida na porta da geladeira

de Alice kuipers

O livro me chamou atenção pelo titulo, e fiz muito bem em le-lo, é simplesmente lindo e emocionante.
li em uma única tarde.
O livro é composto por bilhetes trocados na porta da geladeira entre mãe e filha,a mãe é obstreta por isso, é uma mulher muito ocupada e quas não pára em casa, a filha é uma adolescente de 15 anos mas muito responsavel.
os bilhetes nos mostram o quanto Clarie sente pela mae trabalhar tanto e ela ter sempre que fazer tudo. mostra tambem que apesar da aparente distancia, as duas são muito intimas.
Tudo parecia normal até que  mãe descobre que está com câncer de mama. É aí que a vida das duas começa a mudar e o livro começa a ficar emocionante. Até chorei no final do livro...
Leitura mais que recomendada.

Um livro sobre arranjar um tempo para quem se ama quando o próprio tempo está se esgotando ...
Se o seu mundo virasse de ponta-cabeça, você seria capaz de se apegar ao que realmente importa?

sexta-feira, 4 de março de 2011

Resenha Sete faces da primeira vez

varios autores

Adquiri esse livro em um site de trocas, quando o livro chegou, fiquei meio decepcionada... Não levei muita fé não. Mas quando comecei a ler me apaixonei pelas historias.
O livro conta pequenas historias sobre as primeiras vezes, primeiro beijo, primeira decepção amorosa, primeiro amigo.. Essas coisas. Antes de cada historia, tem um capitulo explicando e dando dica de livros e filmes que falaram sobre aquele assunto.
O legal também é que cada historia é de um escritor de livros infanto-juvenil. No final do livro, tem uma lista de filmes e livros que tem como tema o assunto das historias desse livro.
Me identifiquei com as historias e me revi em situações parecidas, de quando era criança e adolescente.
A primeira vez na vida de todo mundo causa expectativa e ansiedade, o que é novo sempre nos assusta...
A historia de que eu mais gostei tem por titulo “Maurício” de Julio Emilio Braz. Eu lia muito esse autor na adolescência. Mauricio conta a historia de amizade verdadeira entre Mauricio  e o narrador da escola, mauricio so tinha 10 anos e era aidético, vive se mudando de cidade e escola quando descobrem seu segredo, nessa nova escola as coisas não serão diferentes, porem agora ele tem um grande amigo com quem pode contar. A historia me emocionou por causa do final triste...

Gostei muito do livro e super indico, para todas as idades, é uma leitura leve e gostosa.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

resenha O Pianista

de wladyslaw szpilman


"Cambaleei na rua vazia, chorando, perseguido pelos gritos distantes das pessoas presas naqueles vagões... Pássaros engaiolados em perigo mortal."

Embora essas possam parecer palavras fortes, assim soltas, no contexto do livro, nao me trouxeram emoção.
Estava aguardando bastante para ler esse livro, que adiquiri atraves de uma troca. Me decepcionei pela escolha. O livro  é muito fraco, nao gostei.
Livros que falam sobre nazismo, holocaustos e Hitle, geralmente sao bons... mas esse... Li até o fim, mas não foi com empolgação. O modo do autor narrar a historia, mesmo sendo sua própria historia, é fraco e sem emoção. Para nao dizer que não gostei de nada no livro, eu gostei das fotos que tem de wladyslaw e da familia dele e do capitao Hosenfeld que salvou a vida dele. Nada demais... Bom ainda nao vi o filme, mas se o livro é assim tao ruim, o filme deve ser idem...
mesmo durante a guerra e sabendo que estava condenado a morte a familia de wladyslaw mantiveram a união até o fim, isso eu gostei. o trecho (UNICO) do livro me me trouxe alguma reação foi ja perto da morte da familia em que eles fazem a ultima refeição juntos. O pai ja sem dinheiro, gasta o que tem comprando um pedaço de doce e divide aquele pedaço em seis partes iguais, e juntos a familia se alimenta unicamente daquilo.
O livro “O pianista” trata-se da historia verídica de Wladyslaw Szpilman, durante a 2ª Guerra Mundial na Polônia, que acompanhou e viveu os horrores impostos pelos nazistas naquela época. Szpilman acompanhou de perto as humilhações em público dirigidas as pessoas com deficiência ou fora dos padrões de “raça pura” de Hitler, como: a dança na rua Chodna, no capítulo 5, onde pessoas com deficiência física em cadeiras de rodas era forçadas a rodar e dançar, dentro outros. No capitulo 9, o autor discorre sobre o momento em que todos os componentes de sua família de origem polonesa, foram levados pelos nazistas (soldados: alemães, judeus e poloneses, que serviam ao interesse dos nazistas alemães deliberadamente ou a fim de garantir sua sobrevivência) a um dos campos de concentração, aonde estavam testando a eficiência de crematórios, utilizando como cobaias pessoas (judeus ou outros que não serviam aos interesses dos nazistas, como pessoas com deficiência ou até mesmo aqueles que tentavam ajudar algum judeu). O mesmo deve sua vida a algumas como o capitão alemão Wilm Hosenfeld que surpreendentemente o ajudou quando estava escondido no sótão da unidade de comando da fortaleza em Varsóvia. Após, o término da guerra foi encontrado muito abatido, mas com vida. Recomeçou apesar da dor de perder sua família e as lembranças que o acompanharam por toda vida, constitui família e escreveu o referido livro que ora foi difundido fora da Polônia por seu filho.
No mais o livro nao me trouxe emoção ou comoção alguma.
resumido: nao gostei

sábado, 26 de fevereiro de 2011

resenha Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...

Li esse livro duas vezes, uma no começo da adolescencia e outro pouco tempo atras. a primeira vez que li, foi o titulo o que mais me chamou atenção. ao ler fiquei muito impressionada com os detalhes que ela contava, sobre drogas e sexo. a segunda vez que li, ja fiz a leitura com um olhar mais critico e com mais maturidade. porem gostei do livro do mesmo jeito. recomendo a leitura, embora seja um livro antigo, a historia ainda é atual, e hoje a historia se repete em numeros ainda maiores do que naquela época. e por ser uma biografia, torna o livro muito mais interessante.
Na minha visão, o melhor texto sobre juventude que já tive o pivilégio de ler.
O livro ensina, educa, apaixona e assusta. É complicado até mesmo acreditar que se trata de uma história real. É fascinante e nos faz pensar sobre nossos vícios, as prostituições as quais nos submetemos.


A obra em questão originou-se do próprio interesse de Christiane F, em romper o silêncio e relatar seu depoimento aos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck sobre a questão dos tóxicos entre os adolescentes.
O livro tem início com o texto do processo (Berlim, 1978) em que Christiane, colegial, menor de idade, é acusada de consumir, de maneira contínua, substâncias e misturas químicas proibidas por lei. Foi acusada também de ter-se entregado à prostituição, com o propósito de juntar dinheiro suficiente para comprar drogas. Após tudo isso, sua família se desestruturou; o pai ficou desempregado, a mãe pediu o divórcio, e o inferno instalou-se no seio da família. Christiane era surrada sempre e o lar, por ter-se transformado num ambiente hostil, fez com que ela procurasse as ruas. O livro intercala o depoimento de Christiane com o de sua mãe, de policiais que tiveram contato com a menina, e de psicólogos. De Christiane F. sabe-se que ela esteve longe das drogas por cinco anos, depois de o livro ser publicado, e que vivia com um músico alemão famoso. Atualmente, tem uma filha de três anos.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

resenha CONVITE AO DESESPERO

DE Esdras do Nascimento

uma leitura simples e agradavel, bem atual, gostei e recomendo, ja o li duas vezes.
é escrito numa linguagem bem simples, de facil entendimento.

No noticiário atual, eles se chamam sem-terra; ontem eram flagelados; anteontem, retirantes; trasanteontem... bem, é uma longa história. Mudam os nomes, permanece a calamidade. Nesta sua primeira obra (não a primeira publicada), o hoje consagrado romancista Esdras do Nascimento recria, com a simplicidade de um clássico grego, a tragédia mais clamorosa no Nordeste, agora ampliada para todo o país. O drama da terra.
À cidadezinha de Mandacaru chega um jovem promotor, para cumprir a etapa inicial de uma carreira oficial que deverá conduzi-lo aos mais elevados postos. O moço sonha alto: pensa especializar-se em Direito Internacional. Esquecido de Deus, o lugarejo que lhe destinaram não tem grandes alegrias ou dramas; quer dizer, não os tem grandiosos, em sua tediosa vidinha mansa, parada, de província.
O livro praticamente começa com um assassinato por questão de "honra" – honra de uma donzela, claro. É a década de 50, final de uma era, e a diversão dos ricos locais são os picantes fuxicos sobre as "safadezas" das apetitosas moçoilas em flor. Moderninhas umas, de calças cumpridas, fumando em público e bebendo Cuba Libre e Samba em Berlim, ouvindo discos em eletrolas, banhando-se nuas com amigos em cachoeiras; pudicas umas ou santarronas outras, mas nem por isso menos desejáveis ou acessíveis – elas são o pivô de escândalos, noivados feitos e desfeitos, assassinatos, suicídios.
Nesse oásis de ócio no meio do sertão, em que rapazes vão buscar seus anéis de doutor em faculdades do Recife e Fortaleza, nada faz esperar a explosão que se prepara. É verdade que, desde o início, surgem, nas estações de trem, acabrunhados sertanejos, homens de brio, lançados na vergonha da mendicância; mas por isso parece apenas cor local. E então desaba a seca, o secular flagelo do Nordeste – secular porque, do mesmo céu que despede fogo e enxofre sobre os pobres, chove maná para barões feudais, que se cevam nas gordas verbas de socorro enviadas pela União, eternizando seu poder.
Com a seca vem a fome; surge um líder natural; o governo federal constrói um açude, como meio de dar empregos; arrebanham-se os miseráveis para serem mais explorados ainda; entra o Partidão; murmura-se sobre revolução – e aí, naturalmente, é a ocupação militar, por tropas da polícia, com a arrogância e brutalidade de sempre, para manter a "ordem" dos senhores. Está armado o cenário para o confronto.
Nada mudou, além do alastramento da sem-vergonhice e da onipresença dos meios de comunicação, que agora dão, pelo simples fato de mostrá-los, alguma força aos deserdados da sorte. Naquele tempo, não tão distante, esses desgraçados sofriam e morriam anonimamente; além de sem-terra, eram também sem-voz. A não ser, claro, a de escritores indignados como Esdras do Nascimento, que logo de início vem juntar-se a Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, José Américo de Almeida, vigorosos cronistas do vicioso círculo da seca. Um pequeno (em tamanho) clássico, ainda por cima atualíssimo

resenha FLORES RARAS E BANALISSIMAS

Embora o nome e a capa nao sejam dos melhores, eu me apaixonei pelo livro, esta na lista dos meus preferidos, a historia é real de de algo que nós conhecemos entao isso torna a historia muito melhor. A historia de amor entre Lota de Macedo e Elizabeth Bishop é uma relação conturbada desde o inicio e depois ue Lota começa a idealizar a construção do Parque do Flamengo, ficando obsecada por esse projeto, acaba deixando a companheira apaixonada de lado, essa por sua vez entregase ao vicio da bebida...
a historia é muito bem contada, e me identifiquei com as duas, com a relação tempestuosa das duas.
Carmem L. Oliveira escreveu um livro que, ao mesmo tempo, conta a história do Parque do Flamengo, a história breve de sua idealizadora - Lotta de Macedo Soares - e sua luta para que o parque saísse da prancheta. A vida dentro dos costumes da época e a relação dela com a escritora americana Elisabeth Bishop. Escreve bem, escreve de maneira leve e quando você percebe, o livro está chegando ao fim e você se vê comovido e sentindo-se amigo (a) de Lotta. Satisfação garantida.
Bishop, morando com Lota no Samanbaia (Petrópolis) escrevia, admirava... SORRIA....

Lota era ativa, uma mulher baixinha, nervosa, de tirar qualquer um de cima do palanque. Depois de algum tempo, meteu-se com a política para, no aterro do flamengo construir um Central Park.

Adoeceu.

Foi quando as coisas começaram a dar errado para ambos os lados, e Bishop decidiu aceitar o convite da Universidade de Washington para lecionar sobre poesia. Lota achava tudo aquilo uma loucura! Nunca imaginava "sua cookie" em uma sala de aula. Na verdade tinha muito medo de perdê-la.

Ela foi, se deu bem, e conseguiu a estabilidade que tanto lhe faltava... o brilho que faltava naqueles olhos "de um azul glacial" .
Em Flores raras e banalíssimas , Carmen L. Oliveira conta a relação de Elizabeth Bishop e Maria Carlota Costallat de Macedo Soares (Lota) e a criação do Parque do Flamengo.

super recomendo

resenha ZONAS ÚMIDAS

 de

O livro me chamou bastenta a atençõ pela capa e pla sinopse tambem, gostei, comprei... tal nao foi minha surpresa ao iniciar a leitura do livro... ele é simplesmente péssimo e por vezes me provocou a sensação de nojo pelos atos da personagem principal, Helen.
 Helen é uma jovem de dezoito anos que, após um acidente durante uma tentativa de raspagem de suas áreas íntimas, é internada a fim de tratar uma fissura anal.O romance decorre durante a internação da jovem, período durante o qual ela desfia um rol de aventuras sexuais, cultiva obsessões pelo seu próprio corpo e detalha sua relação frustrada com os pais.Helen passa a maior parte do tempo elaborando formas de chamar a atenção de sua mãe e de seu enfermeiro. Sentindo-se desprezada por seus pais separados, a jovem arquiteta formas de vingar-se de sua mãe e nutre fantasias de incesto por seu pai.
o livro nao é bom, e so fez com que eu me arependesse de ter gasto meu rico dinheirinho comprando-o. nao demorou muito para que eu o trocasse. a historia é contada da pior forma possivel. nota 0 para a autora...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

#resenha O morro dos ventos uivantes

"Heathcliff diz a Catherine: - Não é fácil perdoar, olhar para esses olhos e agarrar essas mãos mirradas. Beija-me e não me deixes ver os teus olhos! Perdoo-te o mal que me fizeste. Eu amo quem me mata. Mas... como poderei perdoar quem te mata?"




se soubesse que o livro seria tão bom, teria lido antes...
Se alguém achar que encontrará um amor doce e puro ao ler esse livro, irá se enganar. Morro dos Ventos Uivantes trata-se de uma paixão obsessiva, acompanhada de ódio e orgulho. Uma história que não há limites para causar dor, não importa o quanto destrua ao redor, o prazer está na sede de vingança.
Um romance cativante e intenso. É a minha definição para O Morro dos Ventos Uivantes.
O mais interessante é a questão dos contrastes: as duas casas, Morro dos Ventos Uivantes e Granja dos Tordos, as duas famílias, os dois amores de Catherine, Edgar e Heathcliff.
Acho que os contrastes enfatizam as contradições. Se Heathcliff tivesse sido rico, provavelmente Catherine não teria tido essa paixão desmedida.
No mais, é um relato de amor que transcende os amantes, que os exalta e aniquila. O livro é todo sobre amor não correspondido e vingança.
"Meus maiores sofrimentos neste mundo têm sido os sofrimentos de Heathcliff; fui testemunha deles e senti-os todos, desde o começo. Meu maior cuidado na vida é ele. Se tudo desaparecesse e ele ficasse, eu continuaria a existir. E se tudo o mais ficasse, e ele fosse aniquilado, eu ficaria só em um mundo estranho, incapaz de ter parte dele. Meu amor por Linton é como a folhagem da mata: o tempo há de mudá-lo como o inverno muda as árvores, isso eu sei muito bem. E o meu amor por Heathcliff é como as rochas eternas que ficam debaixo do chão; uma fonte de felicidade quase invisível, mas necessária. Nelly, eu sou Heathcliff. Sempre, sempre o tenho no meu pensamento. Não é como um prazer - porque eu também não sou um prazer para mim própria -, mas como o meu próprio ser. Portanto, não fale mais em separação: é impraticável".

Tudo começa quando o Mr. Earnshaw em uma de suas viagens trás para O Morro dos Ventos Uivantes uma criança que aparentemente parece ser um cigano, mas que ninguém sabe ao certo de onde veio. Seu nome é Heathcliff, o qual se tornou o filho preferido e digno de receber todas atenções do senhor daquele lugar. Isso acabou despertando ciúmes dos seus filhos legítimos, especialmente de Hindley. Heathcliff consegue porém conquistar a atenção de Catherine, irmã de Hindley. Tudo corre relativamente bem até que infelizmente o benfeitor morre, e com isso Heathcliff acaba ficando à mercê das maldades de Hindley, o que faz com que ele cresça “selvagem” – e daí que inicia-se o sentimento por vingança.
Heathcliff se torna cego e cruel em nome da vingança. Não se importando com nada, nem mesmo com aqueles que tem uma ligação com ele, prefere até mesmo tirar proveito disso, usando-os como instrumentos para suas ações diabólicas. Um personagem digno de ódio e repúdio por todas suas maldades absurdas, porém também é digno de pena, pois ser um homem só, que ninguém mais, além de Cathy o amaria.
A única obra da autora Emily Brontë.

A hospedeira de Stepahie Meyer

" Ainda que não houvesse qualquer som, houve uma mudança. A atmosfera, que se tornara tensa à minha acusação, relaxou. eu me perguntei como ficara sabendo daquilo. Tive uma sensação estranha de que de algum modo estava recebendo mais do que meus cinco sentidos estavam me dando - quase a percepção de que havia um sentido adicional, em algum extremo, não exatamente controlado. Intuição? Eis a palavra quase certa. Como se quse todo ser humano precisasse de mais do que cinco sentidos"


" É um livro de ficção cientifica que não parece ficção cientifica. É sobre um triangulo amoroso com apenas dois corpos."
esse livro é incrivel, uma historia emocionante.
“Melanie stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.
Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.”

#resenha o garçom B - diario veridico de um amor sadomasoquista

Esbofeteia-me. Flagela-me durante toda noite com extrema selvageria. Fiquei com hematomas horriveis, o osso do externo magoado, um inchaço roxo entre as mamas.
tonturas constantes nos dias que se seguiram devido aos violentos pés-de-ouvidos. mas continuo sussurrando: Ai! Meu amor, ai!"

O livro me chamou atenção logo pela capa e pelo título.... não me enganei... o livro é perfeito contado de uma forma que faz com que o leitor sinta as dores da protagonista Alma de Assim, que é tambem a narradora da historia.
Mãe solteira, alucinada e que gosta de sexo selvagem, larga familia, filhos e amigos para procurar homens que a satisfaça sexualmente, isso quando ela nao procura um para se apaixonar.
recomendo esse livro. é muito incrivel a riqueza de detalhes. e por ser uma autobiografia torna tudo muito mais emocionante

#resenha A MENINA QUE NÃO SABIA LER

" quase gritei quando levantei a porta do alçapão e o encontrei ali, deitado; estava tão imóvel e pálido que parecia um cadaver; e por um momento ou dois nao consegui me aproximar dele com medo de confirmar meu piores pensamentos. Mas, quando o fiz, vi seu peito subir e descer suavemente e pude eu mesma respirar"
me apaixonei por ese livro que ganhei de presente da minha avó. uma leitura tão gostosa que terminei em 3 dias.
1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante.
O título em português não tem nada a ver com o nome original do livro, que é: "Florence and Giles", porém me chamou muito a atenção, acho que pelo fato de lembrar "A menina que roubava livros". Essa com certeza foi a intenção, despertar curiosidade nos leitores por causa dessa semelhança no nome.
Florence é uma menina com uma determinação surpreendente para sua idade. Ela faz o possível e o impossível para proteger seu irmão mais novo, chamado Giles. Não importando com as conseqüências que possam ocorrer com seus atos, ela se foca apenas em ter o irmão ao seu lado, em sua mente, a melhor forma de segurança para ele.
Após a morte da preceptora de Giles no lago, chega a substituta, chamada srta. Taylor, que muda a vida e todos os planos de Florence - onde começa suas maiores preocupações em torno do que possa vir acontecer ao seu irmão e as suas idas secretas à biblioteca. A nova professora traz com ela segredos e mistérios, que fará com que a menina tente descobri-las.

No final o leitor é obrigado a tirar suas próprias conclusões. Quem é Florence realmente? Com a versão apenas da garota, somos levados a pensar sobre todos os fatos e acontecimentos ao decorrer da história.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Resenha: Cidade dos ossos

Postado por Vanessa Almeida às 09:43 1 comentários
sinopse:
Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.



Mais uma vez tive que me render a uma trilogia.... Cidade dos ossos é simplesmente incrivel. Estou louca para ler a continuação. Cassandra Clare é simplemente incrivel. A historia me prendeu do inicio ao fim, é uma historia agil e muito bem ambientado. Fiquei apaixonada por Jace, o mocinho da historia.
É impressionante como o livro surpreende do inicio ao fim, voce le pensando em algo e quando aquela cena termina de se desenvolver voce ve que nao era nada daquilo que voce estava imaginando. Adorei o comentario da autora Stephenie Meyer na capa do livro: "queridos Edward e Jacob, adoro voces dois, mas vou passar o fim de semana com Jace" achei muito legal o comentario. O livro ja começa a chamar atenção pela capa, que é lindissima. O que tambem gostei muito no livro, é que a historia tem um desfecho, um fim. o proximo livro será continuação mas Cidade dos ossos nao deixou o fim em suspenso.
recomendo o livro e ja estou ansiosa pela continuação da historia de Clary e Jace.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Resenha Carrie, a estranha

Postado por Vanessa Almeida às 10:28 0 comentários
de Stephen King

caraca!!! o livro me deixou vidrada. Li num tempo record. Uma leitura realmente eletrizante, agora que li o livro gostaria de ver o filme. Esse livro foi o primeiro do autor, escrito em 1974, mas o livro perece muito atual nesses tempos em que o bulling é o assunto nas escolas. O que Carrie mais sofreu foi bulling.
O livro usa documentos ficticios, como se tivesse sido tirados realmente de algum lugar, notícias e transcritos, apenas para deixar mais real a história de Carietta "Carrie" White, uma garota adolescente de Chamberlain.
A mãe de Carrie, Margaret, uma cristã fanatica, com uma religião propria, tem uma vingativa e estranha personalidade, e, no passar dos anos, educou a jovem Carrie com uma varinha de aço e fazendo ameaças de condenação. quando Carrie fazia algo que a dsagradava, a menina era trancada numa especie de armário e de la so era retirada quando a mãe achava que ela já estava livre e arrependida do pecado cometido.
Carrie não vai muito bem na sua escola,  por ter se fechado em seu próprio mundo, em consequência das zombarias por parte de seus malvados colegas. No começo do livro, ela tem seu primeiro momento enquanto toma banho após uma aula. Carrie não sabe o que é menstruação, pois sua mãe nunca falou com ela a respeito disso, e ela se torna uma excluída por todas as partes da escola. Acho essa uma das cenas mais fortes de bulling, fiquei meio horrorizada com a cena.
Essas coisas, de fato, nunca ocorreram com as colegas de classe de Carrie, e isso, obviamente, torna-se uma oportunidade para mais gozação. Lideradas por Chris Hargensen, uma garota rica e mimada, que tem um registro por gozar dos tímidos, eles atiram tampões e várias outras coisas nela. Quando a professora de ginástica, a senhorita Desjardin, chega à cena, ela primeiro repreende Carrie por sua estupidez, mas fica horrorizada quando percebe que Carrie não faz a mínima idéia do que houve com ela (menstruação). Ela ajuda Carrie a se limpar e depois explica tudo a ela. Carrie é liberada da escola pela diretora e então levada para casa, para que sua mãe fanática tome conta dela. Porém, sua mãe não mostra simpatia pelo primeiro encontro de Carrie com uma "mulher maldição", devido à sua crença religiosa. A mãe acha que menstruação é uma maldição do diabo, diz que junto com o sangue, vem os homens e toda a ira de Deus.
Carrie, então, descobre que tem poder de telecinese. Ela possui esse dom desde quando nasceu.
 Ela descobre também que ela é um tanto telepática, pelo menos o suficiente para perceber o que as pessoas pensam sobre ela. Nesse instante, ela descobre que a professora de ginástica mistura sentimentos de simpatia e repugnância sobre ela.
Por outro lado, Sue Snell, outra popular garota que, antes, também caçoou de Carrie, começa a sentir arrependimento por ter participado nas gozações de Carrie. Com a festa rapidamente chegando, Sue convence o seu namorado, Tommy Ross, um dos mais atraentes e populares garotos na escola, a chamar Carrie para a festa (Sue suspeita estar grávida de Tommy). Carrie é suspeita, mas aceita, e faz a sua própria roupa, um vestido vermelho de veludo. A mãe de Carrie ao ver a sua filha fazendo algo tão "carnal", no que se trata em uma festa de escola, revela bastante coisa sobre o seu passado enquanto explica o porquê. Ela acredita que o sexo, de certa forma, seja algo pecaminoso, mesmo depois do casamento. Ela também fica sabendo dos poderes telecinéticos de Carrie, o que considera uma forma de bruxaria, parece que isso aparece em cada terceira geração de sua família. Carrie, por outro lado, está cansada de ouvir que tudo é um pecado. Ela quer ter uma vida normal e enxerga a festa na escola como um começo.
Mas nada sai como o planejado, para saber o que acontece no baile que desencadeia uma destruição em massa, so mesmo lendo o livro.
super recomendo.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Resenha: O clube do filme

Postado por Vanessa Almeida às 17:41 0 comentários
Falando diretamente sem enrolação:
O livro é relativamente bom, digo relativamente por que algumas vezes se torna um pouco enfadonho por conter descrições demais sobre os filmes, atores e diretores, roteiristas e afins. O que mais gostei no livro foi a trama entre pai e filho, a relação entre os dois. O livro é uma biografia de David Gilmour. Jesse, um adolescente de 15 anos está completamente perdido na escola, sem vontade alguma de estudar; David está desempregado e com tempo de sobra, entao ele resolve dar um pouco de ensinamento ao filho atraves de filmes. O menino poderia sair da escola e ficar em casa sem trabalhar nem estudar nem pagar aluguel desde que topasse assistir no minimo 3 filmes por semana com todos os filmes sendo escolhidos pelo pai. Assim se inicia o clube do filme. Semana após semana pai e filho viam e discutiam tudo sobre cinema, o pai sempre falava bastante antes do filme iniciar e após o termino do filme procurava passar algum tipo de ensinamento para o menino. O bacana mesmo é ver a relação de respeito, amor e amizade que existia entre os dois e que só aumentou depois que começaram a passar mais tempo juntos. Paralelo as sessões de filmes o livro conta as dificeis relações amorosas de Jesse, mostra o amadurecimento dele, o primeiro emprego e depois a vontade de voltar a estudar. Nao achei dos melhores livros que já li, mas tambem não foi dos piores. Recomendo para quem gosta de leituras leves, sem muito drama ou ação.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Resenha O azarão de Paulo Pinho

Postado por Vanessa Almeida às 13:11 0 comentários

O azarão Paulo Pinho


Adiquiri esse livro numa dessas feiras que vendem 3 livros por R$ 5,00 reais. Nessas feiras tem muitos livros velhos mas tambem tem muitos livros novos e interessantes se você tiver paciência de procurar, o que sempre é meu caso. Esse livro tem uma capa feia e pouco sugestiva, foi o titulo que me chamou atenção O azarão- folhetim erótico li a contra-capa e resolvi colocar esse livro na minha cesta de compra. Como era fininho resolvi ler logo e o fiz em menos de uma hora, o livro é tão legal que quando começamos a ler, temos logo que terminar. A história é engraçada demais, ri o livro todo e me impressionei com o azar no nosso personagem titulo do livro George Mohamed Lester de Cortez, olha o nome da figura, cada nome dele tem um significado. O cara teve azar desde a hora do nascimento ate na hora de sua morte. Quando nasceu um dos instrumentos da cirurgia caiu no pé do enfermeiro, senda a primeira palavra que ele ouviu no momento de seu nascimento um grande xingamento, no dia de seu batismo o padre foi atropelado e quebrou as duas pernas, o segundo padre que celebrou o batismo jogou água benta na boca dele e ele quase morreu engasgado, no primeiro emprego só fez besteiras engraçadissimas, sua primeira namorada o traia com todo o batalhão do corpo de bombeiros e se fingia de pura para ele, cada fase da vida de George é marcada por um fato de azar, ate quando ele fez uma macumba para se livrar do azar, deu errado e ele passou dez dias internado e ainda perdeu três dentes.
Recomendo a leitura desse livro, é uma leitura rápida e leve.
Um bom livro

sábado, 9 de abril de 2011

Resenha A queda para o alto de Herzer

Postado por Vanessa Almeida às 05:41 2 comentários
A queda para o alto de Herzer 

Li esse livro duas vezes e lerei uma terceira vez daqui há um tempo. Sou apaixonada pela historia e pela forma como é contada a vida de Sandra Mara Herzer  ou de
Anderson Herzer como ela passou a se alto denominar depois de assumir uma identidade masculina.
Sandra ou Anderson encontrou na morte os fins de seus dramas . Ainda muito pequena sofreu as conseqüência dolorosas, decepções com entes querido e mas tratos. Seu pai foi assassinado quando ela tinha três anos, sua mão morreu quando Sandra ainda não completara oito anos. Foi adotada por seus tios, mas sempre incompreendida, desenvolveu grande sensibilidade também rebeldia. Internada na FEBÉM, neste "mundo diferente, e severo, morto, desumano, injusto" - Como diz o livro - conhecendo mais um lado cruel da vida. A autobiografia contada totalmente com o coração, você sente a dor sofrida pela autora. Ela sofreu muito com o preconceito ao assumir sua homossexualidade e não agüentou esperar o lançamento desse livro. O livro foi lançado de 1982.

"Esta noite foi a noite em que virei astro/ A multidão estava lá, atenta como eu queria/ Suspirei eterna e vitoriosamente/ Pois ali nascia o personagem/ E eu, ator do mundo, como minha solidão.../ Morria!".

É um livro muito emocionante, um relato real de uma jovem que sofreu todo tipo de injustiça...
Tenho o maior orgulho por ter esse livro na minha estante.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Resenha Trilogia da fraternidade - Laços de fogo

Postado por Vanessa Almeida às 13:58 1 comentários
Bom, como já tenho falado, não gosto muito de livros com continuação, em série ou trilogias, mas esse me chamou atenção pelo título e logo depois pela historia. que bom que resolvi vencer meu "pre-conceito" e comprei o primeiro livro da trilogia de Nora Roberts.
O livro é bem interessante, principalmente pela torrida historia de amor entre Maggie, uma jovem camponesa, porém uma artista talentosa, e Rogan homem rico dono de uma das maiores galerias de arte de Dublin.
A historia é muito bem ambientada na Irlanda, contada de forma simples, do jeito que eu gosto, os sentimentos dos personagens são bem claros e precisos.
Agora que li ou primeiro fiquei querendo ler logo os outros dois: Laços de pecado e Laços de gelo.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Resenha O pacto de infidelidade

Postado por Vanessa Almeida às 15:31 0 comentários
Resenha O Pacto de infidelidade
Carrie Karasyoo

Sempre a primeira coisa que me chama atenção nos livros que leio são as capas, nesse livro o titulo me chamou atenção primeiro e entao depois fui prestar mais atenção à capa.
Recebi esse livro de um site especializado em trocas. Demorei um pouco para começar a ler já que estava lendo outros, mas quando iniciei a leitura de O pacto de infidelidade, li a metade do livro em um dia.  
4 amigas, o que elas tem em comum? São infelizes em seus casamentos, já passaram dos 30 anos de idade, não se sentem mais desejadas e não tem uma vida sexual regular com seus maridos.
Victoria, a mais ousada das 4, propõem que elas traiam seus maridos, ou na linguagem dela, tenham um caso. As 4 amigas tem um ano para viver quantos casos puderem sem se apaixonar por ninguém. Elas combinam isso num restaurante, acham que tudo será feito de modo secreto, todos os detalhes ficará entre elas. Isso era o que elas pensavam, mas como sempre tem alguém que ouve... o segredo delas foi descoberto, alguém ouviu o pacto das quatro. O colunista de jornal, considerado o mais fofoqueiro de toda cidade, é logo a pessoa que ouve. O que parecia perfeito não sai como o planejado, os conflitos começam a aparecer quando elas começam a ser  chantageadas.
Victoria, Helen, Eliza e Leelee estão bem enrascadas...
O livro é bom, a historia envolvente, escrita de forma simples, clara e objetiva.
Recomendo.

Orelha do livro

“Victoria, Helen, Eliza e Leelee são ricas, casadas, mãe de filhos adoráveis e têm uma vida...ok. Apenas ok. Não são infelizes, mas nenhuma delas poderia se considerar realizada. Na maior parte das vezes, é bom ter um marido, mas seria ótimo ter carta branca para se envolver com outras pessoas.
Uma sente falta da caça- de dar em cima de um cara e conquista-lo. Outra quer apenas que os homens voltem a olha-la com desejo, e não como uma mãe sempre estressada...
Em um jantar com muito vinho, a conversa evolui para um desabafo coletivo e as quatro amigas decidem fazer um pacto. Um pacto de infidelidade. Todas teriam casos durante um ano e so poderiam contar suas historias umas as outras. E assim elas começam a trilhar caminhos que as levam a todo tipo de aventuras e amores ilícitos.
Mas raramente as coisas são tão simples como o planejado. À medida que o tempo passa, a excitação dos encontros é prejudicada por uma série de conflitos. As mulheres terão que lhe dar não so com seus dilemas como também com as chantagens de um colunista de jornal que descobre o segredo delas e ameaça contar para toda cidade.”

quinta-feira, 17 de março de 2011

Resenha O mendigo

Postado por Vanessa Almeida às 12:55 2 comentários
como eu tinha prometido para vocês: Resenha O MENDIGO de Edson  Santos

Como falei no post sobre capas, não tem como negar que elas sejam a apresentação do livro, mesmo que depois nos enganemos, o que chama atenção em primeiro lugar é a capa. E foi assim com esse livro. O vi no skoob e logo me chamou atenção e fui ler um pouco mais sobre o livro e me interessei pela historia.
De forma muito simples, sem meias palavras o autor fala sobre amizade, ganância, preconceito entre outros temas.
A historia gira em torno de alguns adolescentes de uma vila de classe média e Hebert um morador de rua, porem um homem muito sábio.
Os primeiros capítulos é mais para nos apresentar os personagens, mas já me prendeu desde a primeira página por que o enredo se desenvolve de forma rápida, sem enrolação.
Mostra como ser solidário faz bem tanto para quem recebe quanto para quem dá. O que gostei muito no livro, é tem varios ensinamentos ao longo da historia, e essas frases que me fizeram refletir vieram do personagem titulo do livro, o mendigo. Conhecendo e conversando com Hebert, o mendigo, os jovens se espantam com tamanha sabedoria e conhecimento, visão de solidariedade e companherismo. Esses são os temas principais dessa historia fantástica que me fez refletir muito. Livro incrivelmente emocionante.
Super recomendo

Separei algumas que mais gostei:
“Nunca se preocupe com a quantidade, quando a ação for generosa. Tenha sempre em mente que a vontade de ajudar é louvável, mas é a ajuda em si que verdadeiramente importa.”

“Não se jorra veneno de coração que pulsa o amor.”

“Quando dividimos as alegrias, multiplicamos as possibilidades de sermos felizes, mas quando agimos de maneira egoísta só aumentamos o nosso problema”.

“Eu tenho sempre que saber o meu valor, mas nunca acreditar que sou o único a ter valor.”

sexta-feira, 11 de março de 2011

resenha Embriagada

Postado por Vanessa Almeida às 16:52 0 comentários
de Koren Zailckas

Uma leitura espetacular
O livro Embriagada- a historia de uma adolescente entregue ao alcool me chamou atenção pelo titulo primeiro e depois fui reparar na capa e por ultimo ler a sinopse.
É impressionante a narração da autora que conta a própria historia, começou a beber aos 14 anos e so aos 23 anos conseguiu parar. O livro já me prendeu desde o primeiro capitulo, consegui visualisar cada cena q foi narrado. A autora consegue passar emoção nas palavras. Mesmo passando por varias situações por causa da bebida, Koren diz que não é alcoólatra, ela diz que é apenas uma jovem que abusou da bebida com o único intuito de se embebedar para esquecer sua melancolia.
Nos primeiros capítulos koren trás uma estatística que mostra que nos EUA as meninas estão começando a se entregar  bebida tão cedo quanto os rapazes, não há mais a diferença de sexo e que a maioria dessas meninas bebem simplesmente pelo prazer de se embriagar.

“agora, ate mesmo quando grito, sinto como se não tivesse usando toda potencia da minha voz”

Koren não é capaz e se lembrar do primeiro beijo ou da primeira transa, mas consegue se lembrar com riqueza de detalhes como foi seu primeiro gole, lembra-se de cada sentimento que aquela garrafa lhe despertou.
A relação ruim que ela tinha com a mãe faz piorar ainda mais seus sentimentos, o que a impulsiona  beber mais ainda.
O livro é excelente, tem uma linguagem de fácil compreensão, é um livro envolvente e com uma historia muito atual. Koren conta tudo muito detalhadamente mas não de forma enfadonha, então a medida que vamos conhecendo a personagem principal, mais ainda queremos saber. Recomendo, principalmente aos jovens. Senti uma certa diferença quanto a cultura nos EUA referente a bebidas e o modo como os pais lidam com isso, achei um pouco diferente da forma como é tratado esse assunto aqui no Brasil, mesmo com certas diferenças referentes a cultura de cada país, o livro se encaixa muito bem na nossa realidade. Pena que Koren demora um bocado de anos até resolver parar de beber, precisa chegar ao fim do poço para acordar para a vida.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Livro A vida na porta da geladeira

Postado por Vanessa Almeida às 15:11 0 comentários
de Alice kuipers

O livro me chamou atenção pelo titulo, e fiz muito bem em le-lo, é simplesmente lindo e emocionante.
li em uma única tarde.
O livro é composto por bilhetes trocados na porta da geladeira entre mãe e filha,a mãe é obstreta por isso, é uma mulher muito ocupada e quas não pára em casa, a filha é uma adolescente de 15 anos mas muito responsavel.
os bilhetes nos mostram o quanto Clarie sente pela mae trabalhar tanto e ela ter sempre que fazer tudo. mostra tambem que apesar da aparente distancia, as duas são muito intimas.
Tudo parecia normal até que  mãe descobre que está com câncer de mama. É aí que a vida das duas começa a mudar e o livro começa a ficar emocionante. Até chorei no final do livro...
Leitura mais que recomendada.

Um livro sobre arranjar um tempo para quem se ama quando o próprio tempo está se esgotando ...
Se o seu mundo virasse de ponta-cabeça, você seria capaz de se apegar ao que realmente importa?

sexta-feira, 4 de março de 2011

Resenha Sete faces da primeira vez

Postado por Vanessa Almeida às 05:57 0 comentários
varios autores

Adquiri esse livro em um site de trocas, quando o livro chegou, fiquei meio decepcionada... Não levei muita fé não. Mas quando comecei a ler me apaixonei pelas historias.
O livro conta pequenas historias sobre as primeiras vezes, primeiro beijo, primeira decepção amorosa, primeiro amigo.. Essas coisas. Antes de cada historia, tem um capitulo explicando e dando dica de livros e filmes que falaram sobre aquele assunto.
O legal também é que cada historia é de um escritor de livros infanto-juvenil. No final do livro, tem uma lista de filmes e livros que tem como tema o assunto das historias desse livro.
Me identifiquei com as historias e me revi em situações parecidas, de quando era criança e adolescente.
A primeira vez na vida de todo mundo causa expectativa e ansiedade, o que é novo sempre nos assusta...
A historia de que eu mais gostei tem por titulo “Maurício” de Julio Emilio Braz. Eu lia muito esse autor na adolescência. Mauricio conta a historia de amizade verdadeira entre Mauricio  e o narrador da escola, mauricio so tinha 10 anos e era aidético, vive se mudando de cidade e escola quando descobrem seu segredo, nessa nova escola as coisas não serão diferentes, porem agora ele tem um grande amigo com quem pode contar. A historia me emocionou por causa do final triste...

Gostei muito do livro e super indico, para todas as idades, é uma leitura leve e gostosa.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

resenha O Pianista

Postado por Vanessa Almeida às 07:50 0 comentários
de wladyslaw szpilman


"Cambaleei na rua vazia, chorando, perseguido pelos gritos distantes das pessoas presas naqueles vagões... Pássaros engaiolados em perigo mortal."

Embora essas possam parecer palavras fortes, assim soltas, no contexto do livro, nao me trouxeram emoção.
Estava aguardando bastante para ler esse livro, que adiquiri atraves de uma troca. Me decepcionei pela escolha. O livro  é muito fraco, nao gostei.
Livros que falam sobre nazismo, holocaustos e Hitle, geralmente sao bons... mas esse... Li até o fim, mas não foi com empolgação. O modo do autor narrar a historia, mesmo sendo sua própria historia, é fraco e sem emoção. Para nao dizer que não gostei de nada no livro, eu gostei das fotos que tem de wladyslaw e da familia dele e do capitao Hosenfeld que salvou a vida dele. Nada demais... Bom ainda nao vi o filme, mas se o livro é assim tao ruim, o filme deve ser idem...
mesmo durante a guerra e sabendo que estava condenado a morte a familia de wladyslaw mantiveram a união até o fim, isso eu gostei. o trecho (UNICO) do livro me me trouxe alguma reação foi ja perto da morte da familia em que eles fazem a ultima refeição juntos. O pai ja sem dinheiro, gasta o que tem comprando um pedaço de doce e divide aquele pedaço em seis partes iguais, e juntos a familia se alimenta unicamente daquilo.
O livro “O pianista” trata-se da historia verídica de Wladyslaw Szpilman, durante a 2ª Guerra Mundial na Polônia, que acompanhou e viveu os horrores impostos pelos nazistas naquela época. Szpilman acompanhou de perto as humilhações em público dirigidas as pessoas com deficiência ou fora dos padrões de “raça pura” de Hitler, como: a dança na rua Chodna, no capítulo 5, onde pessoas com deficiência física em cadeiras de rodas era forçadas a rodar e dançar, dentro outros. No capitulo 9, o autor discorre sobre o momento em que todos os componentes de sua família de origem polonesa, foram levados pelos nazistas (soldados: alemães, judeus e poloneses, que serviam ao interesse dos nazistas alemães deliberadamente ou a fim de garantir sua sobrevivência) a um dos campos de concentração, aonde estavam testando a eficiência de crematórios, utilizando como cobaias pessoas (judeus ou outros que não serviam aos interesses dos nazistas, como pessoas com deficiência ou até mesmo aqueles que tentavam ajudar algum judeu). O mesmo deve sua vida a algumas como o capitão alemão Wilm Hosenfeld que surpreendentemente o ajudou quando estava escondido no sótão da unidade de comando da fortaleza em Varsóvia. Após, o término da guerra foi encontrado muito abatido, mas com vida. Recomeçou apesar da dor de perder sua família e as lembranças que o acompanharam por toda vida, constitui família e escreveu o referido livro que ora foi difundido fora da Polônia por seu filho.
No mais o livro nao me trouxe emoção ou comoção alguma.
resumido: nao gostei

sábado, 26 de fevereiro de 2011

resenha Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...

Postado por Vanessa Almeida às 05:27 0 comentários
Li esse livro duas vezes, uma no começo da adolescencia e outro pouco tempo atras. a primeira vez que li, foi o titulo o que mais me chamou atenção. ao ler fiquei muito impressionada com os detalhes que ela contava, sobre drogas e sexo. a segunda vez que li, ja fiz a leitura com um olhar mais critico e com mais maturidade. porem gostei do livro do mesmo jeito. recomendo a leitura, embora seja um livro antigo, a historia ainda é atual, e hoje a historia se repete em numeros ainda maiores do que naquela época. e por ser uma biografia, torna o livro muito mais interessante.
Na minha visão, o melhor texto sobre juventude que já tive o pivilégio de ler.
O livro ensina, educa, apaixona e assusta. É complicado até mesmo acreditar que se trata de uma história real. É fascinante e nos faz pensar sobre nossos vícios, as prostituições as quais nos submetemos.


A obra em questão originou-se do próprio interesse de Christiane F, em romper o silêncio e relatar seu depoimento aos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck sobre a questão dos tóxicos entre os adolescentes.
O livro tem início com o texto do processo (Berlim, 1978) em que Christiane, colegial, menor de idade, é acusada de consumir, de maneira contínua, substâncias e misturas químicas proibidas por lei. Foi acusada também de ter-se entregado à prostituição, com o propósito de juntar dinheiro suficiente para comprar drogas. Após tudo isso, sua família se desestruturou; o pai ficou desempregado, a mãe pediu o divórcio, e o inferno instalou-se no seio da família. Christiane era surrada sempre e o lar, por ter-se transformado num ambiente hostil, fez com que ela procurasse as ruas. O livro intercala o depoimento de Christiane com o de sua mãe, de policiais que tiveram contato com a menina, e de psicólogos. De Christiane F. sabe-se que ela esteve longe das drogas por cinco anos, depois de o livro ser publicado, e que vivia com um músico alemão famoso. Atualmente, tem uma filha de três anos.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

resenha CONVITE AO DESESPERO

Postado por Vanessa Almeida às 06:32 0 comentários
DE Esdras do Nascimento

uma leitura simples e agradavel, bem atual, gostei e recomendo, ja o li duas vezes.
é escrito numa linguagem bem simples, de facil entendimento.

No noticiário atual, eles se chamam sem-terra; ontem eram flagelados; anteontem, retirantes; trasanteontem... bem, é uma longa história. Mudam os nomes, permanece a calamidade. Nesta sua primeira obra (não a primeira publicada), o hoje consagrado romancista Esdras do Nascimento recria, com a simplicidade de um clássico grego, a tragédia mais clamorosa no Nordeste, agora ampliada para todo o país. O drama da terra.
À cidadezinha de Mandacaru chega um jovem promotor, para cumprir a etapa inicial de uma carreira oficial que deverá conduzi-lo aos mais elevados postos. O moço sonha alto: pensa especializar-se em Direito Internacional. Esquecido de Deus, o lugarejo que lhe destinaram não tem grandes alegrias ou dramas; quer dizer, não os tem grandiosos, em sua tediosa vidinha mansa, parada, de província.
O livro praticamente começa com um assassinato por questão de "honra" – honra de uma donzela, claro. É a década de 50, final de uma era, e a diversão dos ricos locais são os picantes fuxicos sobre as "safadezas" das apetitosas moçoilas em flor. Moderninhas umas, de calças cumpridas, fumando em público e bebendo Cuba Libre e Samba em Berlim, ouvindo discos em eletrolas, banhando-se nuas com amigos em cachoeiras; pudicas umas ou santarronas outras, mas nem por isso menos desejáveis ou acessíveis – elas são o pivô de escândalos, noivados feitos e desfeitos, assassinatos, suicídios.
Nesse oásis de ócio no meio do sertão, em que rapazes vão buscar seus anéis de doutor em faculdades do Recife e Fortaleza, nada faz esperar a explosão que se prepara. É verdade que, desde o início, surgem, nas estações de trem, acabrunhados sertanejos, homens de brio, lançados na vergonha da mendicância; mas por isso parece apenas cor local. E então desaba a seca, o secular flagelo do Nordeste – secular porque, do mesmo céu que despede fogo e enxofre sobre os pobres, chove maná para barões feudais, que se cevam nas gordas verbas de socorro enviadas pela União, eternizando seu poder.
Com a seca vem a fome; surge um líder natural; o governo federal constrói um açude, como meio de dar empregos; arrebanham-se os miseráveis para serem mais explorados ainda; entra o Partidão; murmura-se sobre revolução – e aí, naturalmente, é a ocupação militar, por tropas da polícia, com a arrogância e brutalidade de sempre, para manter a "ordem" dos senhores. Está armado o cenário para o confronto.
Nada mudou, além do alastramento da sem-vergonhice e da onipresença dos meios de comunicação, que agora dão, pelo simples fato de mostrá-los, alguma força aos deserdados da sorte. Naquele tempo, não tão distante, esses desgraçados sofriam e morriam anonimamente; além de sem-terra, eram também sem-voz. A não ser, claro, a de escritores indignados como Esdras do Nascimento, que logo de início vem juntar-se a Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, José Américo de Almeida, vigorosos cronistas do vicioso círculo da seca. Um pequeno (em tamanho) clássico, ainda por cima atualíssimo

resenha FLORES RARAS E BANALISSIMAS

Postado por Vanessa Almeida às 06:19 0 comentários
Embora o nome e a capa nao sejam dos melhores, eu me apaixonei pelo livro, esta na lista dos meus preferidos, a historia é real de de algo que nós conhecemos entao isso torna a historia muito melhor. A historia de amor entre Lota de Macedo e Elizabeth Bishop é uma relação conturbada desde o inicio e depois ue Lota começa a idealizar a construção do Parque do Flamengo, ficando obsecada por esse projeto, acaba deixando a companheira apaixonada de lado, essa por sua vez entregase ao vicio da bebida...
a historia é muito bem contada, e me identifiquei com as duas, com a relação tempestuosa das duas.
Carmem L. Oliveira escreveu um livro que, ao mesmo tempo, conta a história do Parque do Flamengo, a história breve de sua idealizadora - Lotta de Macedo Soares - e sua luta para que o parque saísse da prancheta. A vida dentro dos costumes da época e a relação dela com a escritora americana Elisabeth Bishop. Escreve bem, escreve de maneira leve e quando você percebe, o livro está chegando ao fim e você se vê comovido e sentindo-se amigo (a) de Lotta. Satisfação garantida.
Bishop, morando com Lota no Samanbaia (Petrópolis) escrevia, admirava... SORRIA....

Lota era ativa, uma mulher baixinha, nervosa, de tirar qualquer um de cima do palanque. Depois de algum tempo, meteu-se com a política para, no aterro do flamengo construir um Central Park.

Adoeceu.

Foi quando as coisas começaram a dar errado para ambos os lados, e Bishop decidiu aceitar o convite da Universidade de Washington para lecionar sobre poesia. Lota achava tudo aquilo uma loucura! Nunca imaginava "sua cookie" em uma sala de aula. Na verdade tinha muito medo de perdê-la.

Ela foi, se deu bem, e conseguiu a estabilidade que tanto lhe faltava... o brilho que faltava naqueles olhos "de um azul glacial" .
Em Flores raras e banalíssimas , Carmen L. Oliveira conta a relação de Elizabeth Bishop e Maria Carlota Costallat de Macedo Soares (Lota) e a criação do Parque do Flamengo.

super recomendo

resenha ZONAS ÚMIDAS

Postado por Vanessa Almeida às 06:05 0 comentários
 de

O livro me chamou bastenta a atençõ pela capa e pla sinopse tambem, gostei, comprei... tal nao foi minha surpresa ao iniciar a leitura do livro... ele é simplesmente péssimo e por vezes me provocou a sensação de nojo pelos atos da personagem principal, Helen.
 Helen é uma jovem de dezoito anos que, após um acidente durante uma tentativa de raspagem de suas áreas íntimas, é internada a fim de tratar uma fissura anal.O romance decorre durante a internação da jovem, período durante o qual ela desfia um rol de aventuras sexuais, cultiva obsessões pelo seu próprio corpo e detalha sua relação frustrada com os pais.Helen passa a maior parte do tempo elaborando formas de chamar a atenção de sua mãe e de seu enfermeiro. Sentindo-se desprezada por seus pais separados, a jovem arquiteta formas de vingar-se de sua mãe e nutre fantasias de incesto por seu pai.
o livro nao é bom, e so fez com que eu me arependesse de ter gasto meu rico dinheirinho comprando-o. nao demorou muito para que eu o trocasse. a historia é contada da pior forma possivel. nota 0 para a autora...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

#resenha O morro dos ventos uivantes

Postado por Vanessa Almeida às 14:38 0 comentários
"Heathcliff diz a Catherine: - Não é fácil perdoar, olhar para esses olhos e agarrar essas mãos mirradas. Beija-me e não me deixes ver os teus olhos! Perdoo-te o mal que me fizeste. Eu amo quem me mata. Mas... como poderei perdoar quem te mata?"




se soubesse que o livro seria tão bom, teria lido antes...
Se alguém achar que encontrará um amor doce e puro ao ler esse livro, irá se enganar. Morro dos Ventos Uivantes trata-se de uma paixão obsessiva, acompanhada de ódio e orgulho. Uma história que não há limites para causar dor, não importa o quanto destrua ao redor, o prazer está na sede de vingança.
Um romance cativante e intenso. É a minha definição para O Morro dos Ventos Uivantes.
O mais interessante é a questão dos contrastes: as duas casas, Morro dos Ventos Uivantes e Granja dos Tordos, as duas famílias, os dois amores de Catherine, Edgar e Heathcliff.
Acho que os contrastes enfatizam as contradições. Se Heathcliff tivesse sido rico, provavelmente Catherine não teria tido essa paixão desmedida.
No mais, é um relato de amor que transcende os amantes, que os exalta e aniquila. O livro é todo sobre amor não correspondido e vingança.
"Meus maiores sofrimentos neste mundo têm sido os sofrimentos de Heathcliff; fui testemunha deles e senti-os todos, desde o começo. Meu maior cuidado na vida é ele. Se tudo desaparecesse e ele ficasse, eu continuaria a existir. E se tudo o mais ficasse, e ele fosse aniquilado, eu ficaria só em um mundo estranho, incapaz de ter parte dele. Meu amor por Linton é como a folhagem da mata: o tempo há de mudá-lo como o inverno muda as árvores, isso eu sei muito bem. E o meu amor por Heathcliff é como as rochas eternas que ficam debaixo do chão; uma fonte de felicidade quase invisível, mas necessária. Nelly, eu sou Heathcliff. Sempre, sempre o tenho no meu pensamento. Não é como um prazer - porque eu também não sou um prazer para mim própria -, mas como o meu próprio ser. Portanto, não fale mais em separação: é impraticável".

Tudo começa quando o Mr. Earnshaw em uma de suas viagens trás para O Morro dos Ventos Uivantes uma criança que aparentemente parece ser um cigano, mas que ninguém sabe ao certo de onde veio. Seu nome é Heathcliff, o qual se tornou o filho preferido e digno de receber todas atenções do senhor daquele lugar. Isso acabou despertando ciúmes dos seus filhos legítimos, especialmente de Hindley. Heathcliff consegue porém conquistar a atenção de Catherine, irmã de Hindley. Tudo corre relativamente bem até que infelizmente o benfeitor morre, e com isso Heathcliff acaba ficando à mercê das maldades de Hindley, o que faz com que ele cresça “selvagem” – e daí que inicia-se o sentimento por vingança.
Heathcliff se torna cego e cruel em nome da vingança. Não se importando com nada, nem mesmo com aqueles que tem uma ligação com ele, prefere até mesmo tirar proveito disso, usando-os como instrumentos para suas ações diabólicas. Um personagem digno de ódio e repúdio por todas suas maldades absurdas, porém também é digno de pena, pois ser um homem só, que ninguém mais, além de Cathy o amaria.
A única obra da autora Emily Brontë.

A hospedeira de Stepahie Meyer

Postado por Vanessa Almeida às 14:13 0 comentários
" Ainda que não houvesse qualquer som, houve uma mudança. A atmosfera, que se tornara tensa à minha acusação, relaxou. eu me perguntei como ficara sabendo daquilo. Tive uma sensação estranha de que de algum modo estava recebendo mais do que meus cinco sentidos estavam me dando - quase a percepção de que havia um sentido adicional, em algum extremo, não exatamente controlado. Intuição? Eis a palavra quase certa. Como se quse todo ser humano precisasse de mais do que cinco sentidos"


" É um livro de ficção cientifica que não parece ficção cientifica. É sobre um triangulo amoroso com apenas dois corpos."
esse livro é incrivel, uma historia emocionante.
“Melanie stryder se recusa a desaparecer. Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo.
Quando Melanie, um dos humanos “selvagens” que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a “alma” invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente.”

#resenha o garçom B - diario veridico de um amor sadomasoquista

Postado por Vanessa Almeida às 13:32 0 comentários
Esbofeteia-me. Flagela-me durante toda noite com extrema selvageria. Fiquei com hematomas horriveis, o osso do externo magoado, um inchaço roxo entre as mamas.
tonturas constantes nos dias que se seguiram devido aos violentos pés-de-ouvidos. mas continuo sussurrando: Ai! Meu amor, ai!"

O livro me chamou atenção logo pela capa e pelo título.... não me enganei... o livro é perfeito contado de uma forma que faz com que o leitor sinta as dores da protagonista Alma de Assim, que é tambem a narradora da historia.
Mãe solteira, alucinada e que gosta de sexo selvagem, larga familia, filhos e amigos para procurar homens que a satisfaça sexualmente, isso quando ela nao procura um para se apaixonar.
recomendo esse livro. é muito incrivel a riqueza de detalhes. e por ser uma autobiografia torna tudo muito mais emocionante

#resenha A MENINA QUE NÃO SABIA LER

Postado por Vanessa Almeida às 13:05 0 comentários
" quase gritei quando levantei a porta do alçapão e o encontrei ali, deitado; estava tão imóvel e pálido que parecia um cadaver; e por um momento ou dois nao consegui me aproximar dele com medo de confirmar meu piores pensamentos. Mas, quando o fiz, vi seu peito subir e descer suavemente e pude eu mesma respirar"
me apaixonei por ese livro que ganhei de presente da minha avó. uma leitura tão gostosa que terminei em 3 dias.
1891. Nova Inglaterra. Em uma distante e escura mansão, onde nada é o que parece, a pequena Florence é negligenciada pelo seu tutor e tio. Guardada como um brinquedo, a menina passa seus dias perambulando pelos corredores e inventando histórias que conta a si mesma, em uma rotina tediosa e desinteressante.
O título em português não tem nada a ver com o nome original do livro, que é: "Florence and Giles", porém me chamou muito a atenção, acho que pelo fato de lembrar "A menina que roubava livros". Essa com certeza foi a intenção, despertar curiosidade nos leitores por causa dessa semelhança no nome.
Florence é uma menina com uma determinação surpreendente para sua idade. Ela faz o possível e o impossível para proteger seu irmão mais novo, chamado Giles. Não importando com as conseqüências que possam ocorrer com seus atos, ela se foca apenas em ter o irmão ao seu lado, em sua mente, a melhor forma de segurança para ele.
Após a morte da preceptora de Giles no lago, chega a substituta, chamada srta. Taylor, que muda a vida e todos os planos de Florence - onde começa suas maiores preocupações em torno do que possa vir acontecer ao seu irmão e as suas idas secretas à biblioteca. A nova professora traz com ela segredos e mistérios, que fará com que a menina tente descobri-las.

No final o leitor é obrigado a tirar suas próprias conclusões. Quem é Florence realmente? Com a versão apenas da garota, somos levados a pensar sobre todos os fatos e acontecimentos ao decorrer da história.